ICET realiza palestra Tecnologia Pós-Colheita e Qualidade de Cafés Especiais

10 maio

Durante os dias 17 e 18 de maio, o Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia (ICET) da Universidade Federal do Amazonas ((UFAM) receberá o prof. Flávio Meira Borém, da Universidade Federal de Lavras (UFLA), especialista na área de colheita, pós-colheita e beneficiamento e armazenamento para a qualidade de cafés especiais. O docente possui vasta produção científica, com autoria de vários livros especializados em Pós-Colheita do Café. Além disso é referência nos fóruns e eventos nacionais e internacionais.

A visita do professor Borém ao Amazonas, mais especificamente a Itacoatiara, ocorrerá em razão de sua participação como pesquisador integrante da equipe do projeto “Fermentação em Coffea canephora para incrementar a qualidade da bebida”, aprovado no Edital no 010/2021- CT&I Áreas Prioritárias da Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado do Amazonas (FAPEAM), cujos experimentos estarão sendo desenvolvidos nos plantios de café conilon na empresa Litiara Industria Ceramica da Amazonia LTDA, do proprietário Sr. Yoshito Kavati.

Além das atividades de campo com a equipe do projeto, o docente irá ministrar uma palestra no dia 18 de maio, às 10h, no auditório Muneharu Yoshidome no campus Moysés Benarrós Israel da Universidade Federal do Amazonas, na Rua Nossa Senhora do Rosário, 3863, bairro Tiradentes, município de Itacoatiara, Amazonas, para abordar assuntos relacionados a temática central “Tecnologia Pós-Colheita e Qualidade de Cafés Especiais”.

A apresentação do prof. Borém tem como púbico alvo pesquisadores, extensionistas, empreendedores e, especialmente produtores rurais, atuante ou interessados pela cafeicultura amazonenses.

Para o coordenador do projeto, prof. Fábio Medeiros Ferreira do ICET/UFAM, a participação do prof. Borém no estudo permitirá um ganho imenso em conhecimentos sobre o manejo e cuidados com o fruto e os grãos de café durante e após a colheita. “Temos visto que o processo de fermentação, seja natural ou induzido, requer práticas específicas para se ter grãos com boa qualidade e boa bebida. Este projeto objetiva responder algumas questões sobre a fermentação em C. canephora, por exemplo o tempo adequado deste processo biotecnológico, que embora esteja consolidado para os cafés arábica, ainda requer mais detalhamentos para os cafés canéforas (conilon-robusta), completou Ferreira”.

A parceria com o Laboratório de Processamento de Produtos Agrícolas, do Departamento de Engenharia Agrícola da Universidade Federal de Lavras, coordenado pelo prof. Borém, permitirá analisar os aspectos químicas destes cafés fermentados e nos auxiliará a estabelecer um protocolo sobre estes procedimentos em cafés amazônicos, finalizou”.

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